Uma Taça Jules Rimet em Ponta Grossa

O troféu entregue ao campeão era uma réplica da Jules Rimet. A original foi conquistada pelo Brasil em 1970, mas depois foi roubada no Rio de Janeiro e nunca mais encontrada.
O Papa mandou uma carta

Em 1980, o Papa João Paulo II enviou uma bênção aos participantes da Copa, endereçada ao bispo de Ponta Grossa.
A Adidas vestiu as seleções

Em 1978, a Adidas do Brasil forneceu os uniformes — doze conjuntos completos mais quatro reservas, iguais aos das nações da Copa do Mundo oficial.
A Copa que não aconteceu
Em 1982, os grupos já estavam sorteados, as seleções escaladas, tudo pronto no quadro. Mas aquela edição nunca foi disputada.
Brasil e Portugal, de novo, nos 500 anos
A final de 2000, no ano em que se marcavam os 500 anos da chegada dos portugueses, reuniu justamente Brasil e Portugal. O Brasil ganhou de 4 a 0.
Não era um torneio para garotos
O regulamento exigia jogadores mais velhos, com a idade mínima subindo para 35 anos, e ao longo das décadas a Copa foi se tornando um reencontro de veteranos.
A Copa nunca acabou
Depois de 2000, a Copa não desapareceu. Continuou sendo disputada ao longo dos anos, até virar evento oficial e permanente do calendário da cidade em 2025, como Copa Satyro.
Essa exposição não é inédita!
Em 1980, o Centro de Criatividade da UEPG recebeu a primeira exposição de relíquias da Copa, com trajes, adornos e objetos das etnias representadas. A mostra de hoje não é a primeira.
Como você chamava a Copa?
- Copa do Mundo de Ponta Grossa
- Copa das Nações
- Mini Copa do Mundo
- Copa Satyro