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Modelo LLM ultilizado
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NAPI.google/gemini-2.5-flash
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Data da descrição (MODELO LLM)
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2026-05-12
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Registro (Autoria)
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Redes - UEPG
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Título do Artigo
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Jornais - Artigos - Joxa Francvsoo tia Rocha, de que já sahiraiu oito veia- |Pombo, o iiifigne escriptor e me». E o livro mais oom* hjstoiiador conterrâneo que pleta no gênero, não sé peba i.èfeirár &b sníiolainas ^áAliomd-ASí ao a,i? a© «eterMOS psom^tt-s pí^a a» twguv. e«a torno «a a»» âa fim Os^ jjelepUsies, orgãos exerçam todas as ftm- i 0 nosso.^director havia siao preso, arbitrariamente, concertaram, na noite de 13 do cçoes... O nacionalismo economico assumiu ares imperiosos, cnie tiraram ao rmmdo a faculda- de do ver e Julgar. Chegou a parecer invpatriotica a cam se iniciou em rói > uma revisão do re- ;;ime predominante,, no senti- do de restabelecer a divisão do fn-bclho ho nmndo. Mas ir-c-qrhií-a estreiteza dos patriotas do proteccioftismc? i: est l . tlcs moralizada: na C -i irerc.ncia Econômica ain- ■ não se levantou a prínu : rs voz que ousasse iusten- !" a these da cco-nmia j" cobl-na. Ao contrario, todos os discorso» forem libéllcs ou? condem na -am irrsmissi- "elmente o réo do crime de ittentado á civilização occi- ■ enta!. punido por unanimi- dade de votos, sem defesa bem piedade. R«y do AMA» 41. CAMPOS (Copyright d« t ..T B. ra "DIÁRIO tir í CAMPOS" mez em curso, o plano de s« apoderarem "üe nosso jornal e officinas. Para isso, pro- curaram, naquelle mesmo dia ou na manhã do dia seguin- te, o então delegado de poli- cia, cuja adhesâo alcançaram facilmente. O golpe deveria — conforme poderemos pro- var com conhecida agente de de automóveis desta cidade — ser desferido,"ao db. 19, an- tes de ser resíitqiuo á libar- dadõ o nosso director. Kste, corem, por interferência de amigos e por delermin-içao. das altas autoridades esta iua- cs, suhiu do presidio da Pra- ça õ de Outubro, apesar da relutância do delegado, antes dn hora aprazada pelos pe-. veado que der-se, antes, comnosco, pa- ru ooter a devolução das ma- efajuas que penhorou ou pars que as comprássemos,, con- forme propostas que apresen tavamds quasi todo o di_a; já que preferiu conluiar-sc com políticos do baixa estofa pa- do certas galanjices noctar- nas, se dabi advi«,ssem as con seqüências que poderiam ad-, vir, seriámos tão. mesquiiihas quanto os nossos» adversários. Como nos mosArámos supe- riores, procuram, muitos íjies ses nossoi antaganisías e ou- tros espíritos inaíiguo» qtu ra nos prejudicar, não mais puiluiam paios cates e e*qui havia razão, obtemperámos, para qualquer entendimento amigável. Depois, accrescentámos, já havíamos entrado em nego- ciações para acquisição do nas, ccnso&iür contra n<>s li- ma inculpaçüo. Julgam-rios por elles pitopric».. Que coaxem as rag atasca- das na torpijtude. Tejraos a consciência tranquílin, Ao | material da "Folna do Po jornalismo hfmios^m^agrado s vo", cuja remoção para as nossas oíficinas já está sendo feita» e não desejamos, ape- sar do exc npio que nos tem sido dado, faltar á nossa pa- lavra. No dia que se seguiu ao do torpe attentado contra « rios ronro^BBtsn es dos trizes expola G?fé LONDRES, 2S (U) — A de- legação do Diasi í Confersn cia Econômica Mundial con vacou para hoje á tarde uma reunião dos paize» america- nos produetores de café, Lo- lombir, Venezuela, México, Nicarágua, Qaateniala c Hai- ti. Nessa reunião a delega- ção brasileira . nreseatará o ■proi&cto para a regulamen- tação da producção e venda tendo eiu vista a lepist s para ser levado a ef- I-te io"18 » certo procer pele- feito o assalto ao «osso jor- 1 Plsta e u"la daí pessoas que uai. ; tudo tôm feito para nos pre- Mudaraíw então de entra-Nudic.ar envolvido em tegica os nossos impudentes . caIiginoso escândalo. _Houve adversários; deteniiinanan| iiroa, ferimentos. O sr. Rey- a.o tidlegado que prendesse ( Mansani, supplente do novamente ao nosso director ■ delegado de policia etn exer- e o detivesse em nossa redac- cic 0» que, antes do conflic- ção, juntamente com o nosso , ^0 havia estado em nossa re- director gerente. Ante á rc ; acção, voltou a nos fallar, cusa formal de lhes ser entre- : Para Pedir-nos que não to- gue o prédio do qual somos cassemos no ponto escabro- l o das as nosstes energias, um pídaço de no-tsu vida se tem esvaído nas penosa» loeuhra- ções, e ainda Jios sentuno ■ bastante fortes para c et huar na arena, fazendo de nossa prolissão um Sue^erdo- : cio. Depois, os nossess inj- mijçus mesmo, envolvidos na contenda que deixamos de ^ rainüciar, terão de reconhe- cer, quer queiram ou nío, vem Ue laüecer na Ca4>iíi f ederal, é bem merecedo ressa consagração qae ihe es- tá fazendo, nesta hora dori- . díA «ie seu passamento, a ii. Vrensa de todo o paiz. Essa Síomeoagcem imrca, no ser puKgiiKento, a entrada de R. - cha Pombo para a immorta .idade. Rocha Pombo soub. honrar e elevar, pelo saber e peão caracter, o nome de sua terra. Fundou jornkes, terçando resplandescenteíiien le na imprensa; fundou um Eollegio e dedicou toda sua vida ás letras e ao magisté- rio. Também em Ponta (loo sa Hocha Pombo espargiu^ no inicio de sua brilhante car reira didactica. as de sua sabedoria, pois çara aqui Ifoi transferido o t-oílegio que jjo grande morto havia funde do na cidadç de Castro. Rocha Pombo nasceu, t t de dezenmro d« I8ó7, na ci- dade de Morre! es. Fez, na sua terra natal, pouco mal- que os estudos primários, pois não havia aqni esfabe íeohnentos de curso secundá- rio. Pobre, de Morreíes sé bòde sahlr já homem feito, j vendo-se, porlsso, obrigado f., | fazei-se um auto-didactn, ma? que não nos aproveitamos, co | com a naiwrrdidaóc de nu- jj verdadeira inclinação. De ? monstrando, y ^ j j do cuíé. moílioríu diaes. dos nreçoa mun- 0 í offiei?! b-q Syadj.b©tv cIíijcj ífo Hlo Còrsnde CüRITVRA, 28 (Succursal) — O .professor Victor do A- maral recebeu hontem um te- iegranima de Porto Alegre coiumirricaoido que instollou g-sc o Syudicato Medico .na- locadores, a machina linoty- po, sobro a qual teavoa pos- se legal, alem de outros bens moveis que nos pertencem, os polepistas outro remedio não tiveram que o dc contentar- se, isso mesmo violentamen- te. em retirarem de nosaa ot- ficinas o macUinarió que per- tenceu ao dr. Elysèu de Cam jios Mello e que ora está pe- nhorado ao Banco Francez e Italiano. Esse industrial, nu- ma ttitude mendaz, prestou- se ao triste papel de forne- cer uma cirta aos iielepíslas, a qual, solicitando a entrega do macljimirio. penhorado ao Banco Francez, tinha por fi- nnlidade cohonestar ,p apode- " ramento criminoso dc nesso j ornai 1 Domittidü, em temp o a trabiliario delegado, cii-se- mos aos emissários dos pele- pistas que não nuus eatrega- riamos. naquelle dia, ta! ma- so da questão. Não sabíamos ao certo do que se tratava. mo elles, dae a mg as d* vjüs- j aia. i i Esdras escreveu, ha vinte f pendor pelrs !etr: e três séculos, Junto ao rui 3; da sua pequ sagrado da Babylonia, que"a * verdade é eterna e nao pere- ce nunca; vive e vence sem- pre". A verdade ha de vi ver e pulverisar as çãlumnias que se fizeram contra nó» - ,, . v ■ Mili^ hr-:.€. maií amanhã, ser Promeltemcs, ponsso, noti- ;.nos.feito Justiça. Por ora, uar era nossa edição segmn , contentamo nos com os ap- naS * )C?.utenda V6n/.1 : plausos de nossa consciência s^-sra^ir - - Fomos procurados por p«s- seguinte, sobre a divulgação ou não de sita origem. Na ■ üv!vl!n0ÍlCndeP0ÍSiCI !? 0 Sr- 303 dne mantém reh.ções de 1 " v f - ia%ia 1 0 nOS" ; amizade comnosco e bom os fw» Ç O a nosso r&por- oelcpistãá que. por have-em ^ 1COns®«ul" desíI.ar t.oda . nos cedido e nurestad? , - aquejla enleada palxõeira. fas Í!?,r,0-{ancias. niedÍ3nte garantia, querem apoderar-se de todo o jornal. Veio, co- mo iatercessor expontâneo, ; proóor ume solução oera ^ ca so d" maohina linotypo. Pcr- ma folha be1-- .ornada ria, ■ primeira que ■ li epnrreci. e que elle chcm i • "Ó Povo" visando deacs republicanos. Depois, foi para Gurilybn, onde. publicou um semanário que teve curta riurnção. No- va mudança: fixou resider iocumeatação, como polo ef.- tylo íerso e simjples do Li- Lustre historiador, cuja um? te vem cobrir de luto as le- tras naciouues. Publicou Uochu Pombo, tarabora, dois conipendios dr. Historia, para os cursos pri- mário e secundário; "O Va raná no centenário" (19011); "O grande problema" — questão do ensino (1901); "No hospício" (1905); "Eon tos e pontos" (1911); "íh.-, cionario de syaonymos d;t lipgüa portugueza (1914). Bocha Pombo era membro da Academin Brasileira de •* •trás, para a qual fcV.a ciei- to rc-entemenle,. A s homenagens ■ que se prestam a Róclia Pombo. "DTARIO DOS CAMPOS" jun Ia. respeitoSanicnlc, ns suas, em nmne de Ponla Grossa, que tamebiB sempre admirou e que fambepi saberá cultuar a memória do n avel para- naense . RIO, 28 (D) A cerimo- nia do sepultamenlo de Ku dia Ponibo, realizada Uou- • em, sc fizeram represealsr todas as instituições scfeíiti * lica» das quaes o illustre «:«;• to bizia parte. O InBtftiUw "istorico e Geograpluco, rc# sessão ordinária que reatúítftJ ontem, o presidente, e«irtl« Affonso Celso, recordo* a pasàngèm de Rocha fentis* por aquslla douta rssocíaç-SV. desde a sua demissão eoa í Srií até á sua elevação a i t-riO »and* cs 5 ] honorário. O orador í(c««f. ^^• edo, ser fundou tuou a modéstia « a sümjd/- cidade do seu tsm or unéato nue cm grande parte concít- reu pnra a sympatbía qu» m volvia a sua pessoa. A se? Com todos esses dados, refle- , [ ctimos que usaríamos da mes- ma arma vil de nossos ad- versárias se fossemos expio- " | quclla cidade, tendo sltS o ; chinarlQ. Que voliássem no ■ eu t dr. Milton Carneiro, repre- " "" rar* o caso em referencia. De jkiís, se os nossos antagonis- i tas não trepidaram em escu- dar-se com a falsidade e cqui | a tacanheza para nos comba ter e prejudicar, pessoas liga-; das a elles por laços sagra- dos, que nada têm a vêr com ! uma ou outra questão, nos me -recem todo o acatamento e dia seguinte e, com as prag*. respeito, e a ellas não dese seníante do Paraná, convida- do para orador official, re- guntou-nos o que fleseiava- mo» fazer Assim como nue retmo» que seja respeitad - nossa parte, que ascende *" mais de o;to ciintos.de reis. j e a de oirtros prestamist;-;- queremos também respeitar parte pertencente aos pelems tas. Ademais, tomamos-lhes emprestadas essas importar; co organismo cada orgdo (em eeopomico e í felf^dos estaduae» ícrutUa, a sua fnnc- «ssembla. Até .10 ws(f« l$SOO - NA ÇA8Á CONFIANÇA — Avenida Vicente WrícU-.do HS - ( (**$. : y fct rJ H folfl _ . . oritf ; ÚA . A«!S -V-A/J- I maticas da probidade e do ca- j^os estender as consequen- ^ maer E é velheirismo, nos solicitassem, [cias de_um desatino. Poris- Samos fSLr. Frisa-, - - mediante a devolução de um so, ao noticiarmos a nxa, dí»- - ta, nrocura- 111:11 Benteornente, na imprenc- recibo por nós assignado, abemos que razões de ordem ^ Cresse dthitoavis ethica nos inhibiam de esmiu mos Pagar e9se ORDlto a v » cia em Castro; fundando, em / iirir, foi lançado em reta U*. 1883. o "E co das Campos" tarabsw primeiro orgão de imprensa na localidade. Rocha Pombo foi eleito de putado á Assemhlóa Provin- cial para s legislatura 1889 1887. Logo. depois, publicou, em Curityba, o "Diário Popu lar", e, em seguida a este. o "Paraná". Em princípios de 1892. in- da na capital do Estado, foi redactor do "Diário do Com- mercio", folha qiic passou, depois, a ser de sua proprie- dade. Deu á publicidade dl- versjos e interessantes traba- lhos: "A honra do barão", "Dadá", Petrucello" (romon- ; •; e noveBas), "Supremacia í do ideal", "Visões", etc. Foi Rocha Pombo para o Rio de Janeiro em 1897, onde, até sua morte, trabalhou no magistério superior e, Inter- voio d» pesar, declaraad» « conde de Affonso Celso que por occasião- do •ncerra .au - to das ! ossõe» deaste ano», quando fosse feito o siogiê ■dos socio» fallrcidos, o ora- dor do Instituto, barão Ba- mi ; Ge!vão, mais longaiae«- > se haveria de referir s»- bre a personalidade d» Rooii* Poud 0. Registrando o desa#- parecimento do illustr» pêrí- uaense, p "Diário Portnguei»", J* ... 1 cambfasís "ri 1 ~ 0 (jsverne oortcNu um ] a«c«rds c»m Nsw York 8 LoníJrss fiara faciíiíar e reasasa de credites RÍO, 28 (U) O governo SWmorio, desejando mino- rar as (Ufficuldades cambiaes, íjVbmj que concluiu um accor- do Coíu Nova York e Lon- drísi para facilitar a remes- sa Ai créditos de conunerci- fff.tes dalli, retidos pof falta d® eamfeines. até um milhão de dollares para os america- no» « ditòentas e cincoentó ãiii líbfítfi para europeus. epídi t ÍUli ao do 9 U LlíUii Clulís 3 de ;ire o esso sía RIO, 28 (U) — ü grande Conselho do Clube 3 de Ou- tubro, ccaividado para se pronunciar sobre o caso "pau lista, distribuiu á imprensa uma nota reaffirmando que não dá apoios-a pessoas, mas sim a ideas, porisso protes- ta conl 1 á entrega do po- der aos rimentos deoahidos de qualquer Estado da Fede- ração. entrega das machina» penho- raía- ao Banco Fr«neez. Não nos ncgarlamoa. adiantámos, era as resütuir. Pelo contra- rio, deante do «RO se havia d«do, tínhamos, como temos, empenho em fazó-Io. No dia seguinte, « pessoa que, portadora da carta do çar os seus antecedentes. A malícia de outros de «os- sos h imigos não convenceu- se disso. I^evantaram-se in- orhmnações de toda a espe- eie contra nós, nos remurmu- rios de café. Algumas deílas chegaram até nós. Primeiro, ta. Hoje, não estamos em con ^« dedicado ás letrar. -dições dc saldá-lo torto d* "f .ca^tal. P0 Paiz> .ama só vez.Como. aliás. "ãoga.P™Pal faceta de -seu es dr. Etyseu, havia estado «n- ; dizia-se que não cifámos os teriormente em nossa redac- pormeuores da briga "da rua ção, nos procurou par» cont-j^e - Cláudio pra?.1 orgu€ certo a- a desistência de ücsbos s in!í 0 de uma das. pessoss direitos sobre este jornal. A nella envolvidas tinha vindo v-í» W- Á-: ■í. & o n&Dio qv® Lri nasât iasil;"vO. q r.ncri ei tâWés. > Í*9 M CAS* a t . Ha ; .v • / nossa resposta foi incisiva; não nos vendemos. Depois, soubemos que os polopisfas haviam desistido do "negocio", que não mais desejavam adquirir as machi- nas que o dr,. EÍyseH penho- rou ao Banco Franí-ez.. RsaS41 te disaô, fizemos ver aos nos- sos adversários que as dese- javamos devolver. 0 e pro- curassem retirárias, porque, com a acquisição q fizemos de outm machina/i . não dis- pomos de muito espnç»... El- les não se deram ao traba-1 lho, ainda, de procurar wimí" ■bões para » rwnoçã® dassaí machinas... O dr. Eiyseu pediu une lhe fossemos fallar, afim de con- ciliarmos a questão. Respon- demos què nada mais queria- mos tratar comsirto. Nenhu- ma confiança podiamo» mais 8pe|»ovitftr çsm sua pessoa. Ade IIM;;ís,Í« aão qurz á nossa redacção e nos amea çado de espancamento s« fi- zéssemos tal publicação. Pe- dimos o comparecímento do supposto ameaçador em nos- ) so jornol e, na presença de | téslqmunEa. expuzemos-lhe Ias exploraçcrs qiic,.s c"Taziam, f Frisemos que nmeacas não nos iniim. un. Foi tgido des- feito. O nosso interpelado, in dignado por o terem iulgado um caceteiro. nem siqúer ha- via combinado ameaças con- tra nós. Hontem á nolla. soubemos que «Iguam ierantara outra ímputação false canina nós: se nSo publicamos a oridem do conflicto da rua Cel. CIau dio foi porque a su° prin- cipal personagem nos R«i- tou.-. Inquerimos do infor- mante quem evàntar* ess- íâlTimnla. Ouvi fallar pór ald. foi a resposta. é razosvel que paguemos an tes os que nos quizeram preji. . dicar, para só detnois pagni_ aos que tóm sabido mert»- b compromisso celebrado comnosco. alvilráraos um meio plausível para essa 1 quidação; em prestações meu saeS, mediante sorteio, a qual concorressem todos c mutuantes. A resposta dos _ne lepistas co« chegou no dia se* guinte; ellea exigem pqgameP to á vista e englobado! Mm obt erfifieráip os, ciusiido nos cederam emfWestaJjb n di-hn ro não ficou esRwdodo o o ms mento N. piríto: a de historiador. Em lOIVi obteve o prêmio, no concurso da Insíraucção Publica Municipal, para um livro dídaotico sobre a Ilis toria da America, De 1905 diante, começou a publb fsadamente. UlRíA í V05>N ri-- WL FEFBÍA Ofi OVOlb; ? ÇBAÍS «AerSR? • -xANv FAD .,i LAÍ$Cb "friVO úmí L-ife LTSftS. ■ - j»! ( asccj V " ■*" — Cargueiro ijue pefáe a keílci RIO, 28 (U) — Tele»ra» pham de Santos Infotmando que o cargueiro italiano "IjUí gi". em" viagem de Parana- guá para Santos, perdeu a helice e solici tou sorcori < O rebocador "Lanrindo Pi- ta" partiu pura o loeal ap; ccr a "Tiisioria do Brasil Pf. ic^lilío ÜBPf U ím í * 4 .1 tv.p f . K^ l) ádragràte FD/FíWD MOHFIffíA GARl 10,1 8 104 — CURÍTÍRl. (Continua na 4- pag.) k M* Em S-bff Advoga-ío SBRRüJjejA: SAtÁh xn pára o ms. rnenl.p. r | 1 I m í-m f\ anerem entre - ue"- « 51 í rif;«lf< | rigfjlly f ■, t ftr-tV; ! V n n> "■ i derncoas. soubemos. De-- h | S1 • ?HI í 11 í| K y ; í f j] ) ■ H4Í V^V então. » um -a resposta m?? j! | í í |(s 5 Ü 11 l? j M |. j Ijrií ; (||p\y uoderiamoç dsV- c-ocima-e | v. »riifi; « t 5 J i vf ■ ; ||t>,U |j Cw ^ wn^an-r* nr\ei ri f* Wl <1 C C 0 /I! I fl TI mos pagar aos dcma;s », quan do disfeuzermos da importar- cia correspondente á varie dos pelepistas nós a •as- re- mos. Qne esperem, poi- * ■ps.T-lft TR© viwp.ív» SOO v RIO. «8 (U) ■— Talem- ma de S. Paulo c -a-- que o gal. Wfldomi- assighou decreto de — - (te huvessemos asüginatisa- ção de »0ft novos profes o ò B COM o RUAKtií í»UB CONVÍDA? Ui OS "fé NHOJISS AUTO?- OBILJStAK E O PUBLICO M GERA í. RARA VER Et fA NOT A CRIAÇÍO DE HT IN FOKF RSI EXPOSIÇÃO fTSf AFFNCTA, A" M L AIDA TI- rlnT,: Te o.
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Data do artigo
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1905-01-01
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Descrição ou Resumo
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O artigo narra sobre uma tentativa de apoderamento de um jornal e oficinas na noite de 13 de mez em curso . Detalha como os polepistas buscaram a adesão do delegado de polícia e planejaram o golpe no dia 19. A saída inesperada do diretor da prisão frustrou os planos. O texto também menciona eventos como a reunião de produtores de café em Londres e a morte de Rocha Pombo, historiador e escritor.
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Assuntos ou palavras-chave
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Jornalismo, Conflito, Política, Café, Rocha Pombo
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Local de Produção (Localização Geográfica.)
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Campos, Londres, Porto Alegre, Curitiba, Castro, Rio de Janeiro, Ponta Grossa, Morretes, Santos, São Paulo
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Página referenciada
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Referência bibliográfica ABNT
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Joxa Francvsoo tia Rocha, de que já sahiraiu oito veia- |Pombo, o iiifigne escriptor e me». E o livro mais oom* hjstoiiador conterrâneo que pleta no gênero, não sé peba i.èfeirár &b sníiolainas ^áAliomd-ASí ao a,i? a© «eterMOS psom^tt-s pí^a a» twguv. e«a torno «a a»» âa fim Os^ jjelepUsies, orgãos exerçam todas as ftm- i 0 nosso.^director havia siao preso, arbitrariamente, concertaram, na noite de 13 do cçoes... O nacionalismo economico assumiu ares imperiosos, cnie tiraram ao rmmdo a faculda- de do ver e Julgar. Chegou a parecer invpatriotica a cam se iniciou em rói > uma revisão do re- ;;ime predominante,, no senti- do de restabelecer a divisão do fn-bclho ho nmndo. Mas ir-c-qrhií-a estreiteza dos patriotas do proteccioftismc? i: est l . tlcs moralizada: na C -i irerc.ncia Econômica ain- ■ não se levantou a prínu : rs voz que ousasse iusten- !" a these da cco-nmia j" cobl-na. Ao contrario, todos os discorso» forem libéllcs ou? condem na -am irrsmissi- "elmente o réo do crime de ittentado á civilização occi- ■ enta!. punido por unanimi- dade de votos, sem defesa bem piedade. R«y do AMA» 41. CAMPOS (Copyright d« t ..T B. ra "DIÁRIO tir í CAMPOS" mez em curso, o plano de s« apoderarem "üe nosso jornal e officinas. Para isso, pro- curaram, naquelle mesmo dia ou na manhã do dia seguin- te, o então delegado de poli- cia, cuja adhesâo alcançaram facilmente. O golpe deveria — conforme poderemos pro- var com conhecida agente de de automóveis desta cidade — ser desferido,"ao db. 19, an- tes de ser resíitqiuo á libar- dadõ o nosso director. Kste, corem, por interferência de amigos e por delermin-içao. das altas autoridades esta iua- cs, suhiu do presidio da Pra- ça õ de Outubro, apesar da relutância do delegado, antes dn hora aprazada pelos pe-. veado que der-se, antes, comnosco, pa- ru ooter a devolução das ma- efajuas que penhorou ou pars que as comprássemos,, con- forme propostas que apresen tavamds quasi todo o di_a; já que preferiu conluiar-sc com políticos do baixa estofa pa- do certas galanjices noctar- nas, se dabi advi«,ssem as con seqüências que poderiam ad-, vir, seriámos tão. mesquiiihas quanto os nossos» adversários. Como nos mosArámos supe- riores, procuram, muitos íjies ses nossoi antaganisías e ou- tros espíritos inaíiguo» qtu ra nos prejudicar, não mais puiluiam paios cates e e*qui havia razão, obtemperámos, para qualquer entendimento amigável. Depois, accrescentámos, já havíamos entrado em nego- ciações para acquisição do nas, ccnso&iür contra n<>s li- ma inculpaçüo. Julgam-rios por elles pitopric».. Que coaxem as rag atasca- das na torpijtude. Tejraos a consciência tranquílin, Ao | material da "Folna do Po jornalismo hfmios^m^agrado s vo", cuja remoção para as nossas oíficinas já está sendo feita» e não desejamos, ape- sar do exc npio que nos tem sido dado, faltar á nossa pa- lavra. No dia que se seguiu ao do torpe attentado contra « rios ronro^BBtsn es dos trizes expola G?fé LONDRES, 2S (U) — A de- legação do Diasi í Confersn cia Econômica Mundial con vacou para hoje á tarde uma reunião dos paize» america- nos produetores de café, Lo- lombir, Venezuela, México, Nicarágua, Qaateniala c Hai- ti. Nessa reunião a delega- ção brasileira . nreseatará o ■proi&cto para a regulamen- tação da producção e venda tendo eiu vista a lepist s para ser levado a ef- I-te io"18 » certo procer pele- feito o assalto ao «osso jor- 1 Plsta e u"la daí pessoas que uai. ; tudo tôm feito para nos pre- Mudaraíw então de entra-Nudic.ar envolvido em tegica os nossos impudentes . caIiginoso escândalo. _Houve adversários; deteniiinanan| iiroa, ferimentos. O sr. Rey- a.o tidlegado que prendesse ( Mansani, supplente do novamente ao nosso director ■ delegado de policia etn exer- e o detivesse em nossa redac- cic 0» que, antes do conflic- ção, juntamente com o nosso , ^0 havia estado em nossa re- director gerente. Ante á rc ; acção, voltou a nos fallar, cusa formal de lhes ser entre- : Para Pedir-nos que não to- gue o prédio do qual somos cassemos no ponto escabro- l o das as nosstes energias, um pídaço de no-tsu vida se tem esvaído nas penosa» loeuhra- ções, e ainda Jios sentuno ■ bastante fortes para c et huar na arena, fazendo de nossa prolissão um Sue^erdo- : cio. Depois, os nossess inj- mijçus mesmo, envolvidos na contenda que deixamos de ^ rainüciar, terão de reconhe- cer, quer queiram ou nío, vem Ue laüecer na Ca4>iíi f ederal, é bem merecedo ressa consagração qae ihe es- tá fazendo, nesta hora dori- . díA «ie seu passamento, a ii. Vrensa de todo o paiz. Essa Síomeoagcem imrca, no ser puKgiiKento, a entrada de R. - cha Pombo para a immorta .idade. Rocha Pombo soub. honrar e elevar, pelo saber e peão caracter, o nome de sua terra. Fundou jornkes, terçando resplandescenteíiien le na imprensa; fundou um Eollegio e dedicou toda sua vida ás letras e ao magisté- rio. Também em Ponta (loo sa Hocha Pombo espargiu^ no inicio de sua brilhante car reira didactica. as de sua sabedoria, pois çara aqui Ifoi transferido o t-oílegio que jjo grande morto havia funde do na cidadç de Castro. Rocha Pombo nasceu, t t de dezenmro d« I8ó7, na ci- dade de Morre! es. Fez, na sua terra natal, pouco mal- que os estudos primários, pois não havia aqni esfabe íeohnentos de curso secundá- rio. Pobre, de Morreíes sé bòde sahlr já homem feito, j vendo-se, porlsso, obrigado f., | fazei-se um auto-didactn, ma? que não nos aproveitamos, co | com a naiwrrdidaóc de nu- jj verdadeira inclinação. De ? monstrando, y ^ j j do cuíé. moílioríu diaes. dos nreçoa mun- 0 í offiei?! b-q Syadj.b©tv cIíijcj ífo Hlo Còrsnde CüRITVRA, 28 (Succursal) — O .professor Victor do A- maral recebeu hontem um te- iegranima de Porto Alegre coiumirricaoido que instollou g-sc o Syudicato Medico .na- locadores, a machina linoty- po, sobro a qual teavoa pos- se legal, alem de outros bens moveis que nos pertencem, os polepistas outro remedio não tiveram que o dc contentar- se, isso mesmo violentamen- te. em retirarem de nosaa ot- ficinas o macUinarió que per- tenceu ao dr. Elysèu de Cam jios Mello e que ora está pe- nhorado ao Banco Francez e Italiano. Esse industrial, nu- ma ttitude mendaz, prestou- se ao triste papel de forne- cer uma cirta aos iielepíslas, a qual, solicitando a entrega do macljimirio. penhorado ao Banco Francez, tinha por fi- nnlidade cohonestar ,p apode- " ramento criminoso dc nesso j ornai 1 Domittidü, em temp o a trabiliario delegado, cii-se- mos aos emissários dos pele- pistas que não nuus eatrega- riamos. naquelle dia, ta! ma- so da questão. Não sabíamos ao certo do que se tratava. mo elles, dae a mg as d* vjüs- j aia. i i Esdras escreveu, ha vinte f pendor pelrs !etr: e três séculos, Junto ao rui 3; da sua pequ sagrado da Babylonia, que"a * verdade é eterna e nao pere- ce nunca; vive e vence sem- pre". A verdade ha de vi ver e pulverisar as çãlumnias que se fizeram contra nó» - ,, . v ■ Mili^ hr-:.€. maií amanhã, ser Promeltemcs, ponsso, noti- ;.nos.feito Justiça. Por ora, uar era nossa edição segmn , contentamo nos com os ap- naS * )C?.utenda V6n/.1 : plausos de nossa consciência s^-sra^ir - - Fomos procurados por p«s- seguinte, sobre a divulgação ou não de sita origem. Na ■ üv!vl!n0ÍlCndeP0ÍSiCI !? 0 Sr- 303 dne mantém reh.ções de 1 " v f - ia%ia 1 0 nOS" ; amizade comnosco e bom os fw» Ç O a nosso r&por- oelcpistãá que. por have-em ^ 1COns®«ul" desíI.ar t.oda . nos cedido e nurestad? , - aquejla enleada palxõeira. fas Í!?,r,0-{ancias. niedÍ3nte garantia, querem apoderar-se de todo o jornal. Veio, co- mo iatercessor expontâneo, ; proóor ume solução oera ^ ca so d" maohina linotypo. Pcr- ma folha be1-- .ornada ria, ■ primeira que ■ li epnrreci. e que elle chcm i • "Ó Povo" visando deacs republicanos. Depois, foi para Gurilybn, onde. publicou um semanário que teve curta riurnção. No- va mudança: fixou resider iocumeatação, como polo ef.- tylo íerso e simjples do Li- Lustre historiador, cuja um? te vem cobrir de luto as le- tras naciouues. Publicou Uochu Pombo, tarabora, dois conipendios dr. Historia, para os cursos pri- mário e secundário; "O Va raná no centenário" (19011); "O grande problema" — questão do ensino (1901); "No hospício" (1905); "Eon tos e pontos" (1911); "íh.-, cionario de syaonymos d;t lipgüa portugueza (1914). Bocha Pombo era membro da Academin Brasileira de •* •trás, para a qual fcV.a ciei- to rc-entemenle,. A s homenagens ■ que se prestam a Róclia Pombo. "DTARIO DOS CAMPOS" jun Ia. respeitoSanicnlc, ns suas, em nmne de Ponla Grossa, que tamebiB sempre admirou e que fambepi saberá cultuar a memória do n avel para- naense . RIO, 28 (D) A cerimo- nia do sepultamenlo de Ku dia Ponibo, realizada Uou- • em, sc fizeram represealsr todas as instituições scfeíiti * lica» das quaes o illustre «:«;• to bizia parte. O InBtftiUw "istorico e Geograpluco, rc# sessão ordinária que reatúítftJ ontem, o presidente, e«irtl« Affonso Celso, recordo* a pasàngèm de Rocha fentis* por aquslla douta rssocíaç-SV. desde a sua demissão eoa í Srií até á sua elevação a i t-riO »and* cs 5 ] honorário. O orador í(c««f. ^^• edo, ser fundou tuou a modéstia « a sümjd/- cidade do seu tsm or unéato nue cm grande parte concít- reu pnra a sympatbía qu» m volvia a sua pessoa. A se? Com todos esses dados, refle- , [ ctimos que usaríamos da mes- ma arma vil de nossos ad- versárias se fossemos expio- " | quclla cidade, tendo sltS o ; chinarlQ. Que voliássem no ■ eu t dr. Milton Carneiro, repre- " "" rar* o caso em referencia. De jkiís, se os nossos antagonis- i tas não trepidaram em escu- dar-se com a falsidade e cqui | a tacanheza para nos comba ter e prejudicar, pessoas liga-; das a elles por laços sagra- dos, que nada têm a vêr com ! uma ou outra questão, nos me -recem todo o acatamento e dia seguinte e, com as prag*. respeito, e a ellas não dese seníante do Paraná, convida- do para orador official, re- guntou-nos o que fleseiava- mo» fazer Assim como nue retmo» que seja respeitad - nossa parte, que ascende *" mais de o;to ciintos.de reis. j e a de oirtros prestamist;-;- queremos também respeitar parte pertencente aos pelems tas. Ademais, tomamos-lhes emprestadas essas importar; co organismo cada orgdo (em eeopomico e í felf^dos estaduae» ícrutUa, a sua fnnc- «ssembla. Até .10 ws(f« l$SOO - NA ÇA8Á CONFIANÇA — Avenida Vicente WrícU-.do HS - ( (**$. : y fct rJ H folfl _ . . oritf ; ÚA . A«!S -V-A/J- I maticas da probidade e do ca- j^os estender as consequen- ^ maer E é velheirismo, nos solicitassem, [cias de_um desatino. Poris- Samos fSLr. Frisa-, - - mediante a devolução de um so, ao noticiarmos a nxa, dí»- - ta, nrocura- 111:11 Benteornente, na imprenc- recibo por nós assignado, abemos que razões de ordem ^ Cresse dthitoavis ethica nos inhibiam de esmiu mos Pagar e9se ORDlto a v » cia em Castro; fundando, em / iirir, foi lançado em reta U*. 1883. o "E co das Campos" tarabsw primeiro orgão de imprensa na localidade. Rocha Pombo foi eleito de putado á Assemhlóa Provin- cial para s legislatura 1889 1887. Logo. depois, publicou, em Curityba, o "Diário Popu lar", e, em seguida a este. o "Paraná". Em princípios de 1892. in- da na capital do Estado, foi redactor do "Diário do Com- mercio", folha qiic passou, depois, a ser de sua proprie- dade. Deu á publicidade dl- versjos e interessantes traba- lhos: "A honra do barão", "Dadá", Petrucello" (romon- ; •; e noveBas), "Supremacia í do ideal", "Visões", etc. Foi Rocha Pombo para o Rio de Janeiro em 1897, onde, até sua morte, trabalhou no magistério superior e, Inter- voio d» pesar, declaraad» « conde de Affonso Celso que por occasião- do •ncerra .au - to das ! ossõe» deaste ano», quando fosse feito o siogiê ■dos socio» fallrcidos, o ora- dor do Instituto, barão Ba- mi ; Ge!vão, mais longaiae«- > se haveria de referir s»- bre a personalidade d» Rooii* Poud 0. Registrando o desa#- parecimento do illustr» pêrí- uaense, p "Diário Portnguei»", J* ... 1 cambfasís "ri 1 ~ 0 (jsverne oortcNu um ] a«c«rds c»m Nsw York 8 LoníJrss fiara faciíiíar e reasasa de credites RÍO, 28 (U) O governo SWmorio, desejando mino- rar as (Ufficuldades cambiaes, íjVbmj que concluiu um accor- do Coíu Nova York e Lon- drísi para facilitar a remes- sa Ai créditos de conunerci- fff.tes dalli, retidos pof falta d® eamfeines. até um milhão de dollares para os america- no» « ditòentas e cincoentó ãiii líbfítfi para europeus. epídi t ÍUli ao do 9 U LlíUii Clulís 3 de ;ire o esso sía RIO, 28 (U) — ü grande Conselho do Clube 3 de Ou- tubro, ccaividado para se pronunciar sobre o caso "pau lista, distribuiu á imprensa uma nota reaffirmando que não dá apoios-a pessoas, mas sim a ideas, porisso protes- ta conl 1 á entrega do po- der aos rimentos deoahidos de qualquer Estado da Fede- ração. entrega das machina» penho- raía- ao Banco Fr«neez. Não nos ncgarlamoa. adiantámos, era as resütuir. Pelo contra- rio, deante do «RO se havia d«do, tínhamos, como temos, empenho em fazó-Io. No dia seguinte, « pessoa que, portadora da carta do çar os seus antecedentes. A malícia de outros de «os- sos h imigos não convenceu- se disso. I^evantaram-se in- orhmnações de toda a espe- eie contra nós, nos remurmu- rios de café. Algumas deílas chegaram até nós. Primeiro, ta. Hoje, não estamos em con ^« dedicado ás letrar. -dições dc saldá-lo torto d* "f .ca^tal. P0 Paiz> .ama só vez.Como. aliás. "ãoga.P™Pal faceta de -seu es dr. Etyseu, havia estado «n- ; dizia-se que não cifámos os teriormente em nossa redac- pormeuores da briga "da rua ção, nos procurou par» cont-j^e - Cláudio pra?.1 orgu€ certo a- a desistência de ücsbos s in!í 0 de uma das. pessoss direitos sobre este jornal. A nella envolvidas tinha vindo v-í» W- Á-: ■í. & o n&Dio qv® Lri nasât iasil;"vO. q r.ncri ei tâWés. > Í*9 M CAS* a t . Ha ; .v • / nossa resposta foi incisiva; não nos vendemos. Depois, soubemos que os polopisfas haviam desistido do "negocio", que não mais desejavam adquirir as machi- nas que o dr,. EÍyseH penho- rou ao Banco Franí-ez.. RsaS41 te disaô, fizemos ver aos nos- sos adversários que as dese- javamos devolver. 0 e pro- curassem retirárias, porque, com a acquisição q fizemos de outm machina/i . não dis- pomos de muito espnç»... El- les não se deram ao traba-1 lho, ainda, de procurar wimí" ■bões para » rwnoçã® dassaí machinas... O dr. Eiyseu pediu une lhe fossemos fallar, afim de con- ciliarmos a questão. Respon- demos què nada mais queria- mos tratar comsirto. Nenhu- ma confiança podiamo» mais 8pe|»ovitftr çsm sua pessoa. Ade IIM;;ís,Í« aão qurz á nossa redacção e nos amea çado de espancamento s« fi- zéssemos tal publicação. Pe- dimos o comparecímento do supposto ameaçador em nos- ) so jornol e, na presença de | téslqmunEa. expuzemos-lhe Ias exploraçcrs qiic,.s c"Taziam, f Frisemos que nmeacas não nos iniim. un. Foi tgido des- feito. O nosso interpelado, in dignado por o terem iulgado um caceteiro. nem siqúer ha- via combinado ameaças con- tra nós. Hontem á nolla. soubemos que «Iguam ierantara outra ímputação false canina nós: se nSo publicamos a oridem do conflicto da rua Cel. CIau dio foi porque a su° prin- cipal personagem nos R«i- tou.-. Inquerimos do infor- mante quem evàntar* ess- íâlTimnla. Ouvi fallar pór ald. foi a resposta. é razosvel que paguemos an tes os que nos quizeram preji. . dicar, para só detnois pagni_ aos que tóm sabido mert»- b compromisso celebrado comnosco. alvilráraos um meio plausível para essa 1 quidação; em prestações meu saeS, mediante sorteio, a qual concorressem todos c mutuantes. A resposta dos _ne lepistas co« chegou no dia se* guinte; ellea exigem pqgameP to á vista e englobado! Mm obt erfifieráip os, ciusiido nos cederam emfWestaJjb n di-hn ro não ficou esRwdodo o o ms mento N. piríto: a de historiador. Em lOIVi obteve o prêmio, no concurso da Insíraucção Publica Municipal, para um livro dídaotico sobre a Ilis toria da America, De 1905 diante, começou a publb fsadamente. UlRíA í V05>N ri-- WL FEFBÍA Ofi OVOlb; ? ÇBAÍS «AerSR? • -xANv FAD .,i LAÍ$Cb "friVO úmí L-ife LTSftS. ■ - j»! ( asccj V " ■*" — Cargueiro ijue pefáe a keílci RIO, 28 (U) — Tele»ra» pham de Santos Infotmando que o cargueiro italiano "IjUí gi". em" viagem de Parana- guá para Santos, perdeu a helice e solici tou sorcori < O rebocador "Lanrindo Pi- ta" partiu pura o loeal ap; ccr a "Tiisioria do Brasil Pf. ic^lilío ÜBPf U ím í * 4 .1 tv.p f . K^ l) ádragràte FD/FíWD MOHFIffíA GARl 10,1 8 104 — CURÍTÍRl. (Continua na 4- pag.) k M* Em S-bff Advoga-ío SBRRüJjejA: SAtÁh xn pára o ms. rnenl.p. r | 1 I m í-m f\ anerem entre - ue"- « 51 í rif;«lf< | rigfjlly f ■, t ftr-tV; ! V n n> "■ i derncoas. soubemos. De-- h | S1 • ?HI í 11 l? j M |. j Ijrií ; (||p\y uoderiamoç dsV- c-ocima-e | v. »riifi; « t 5 J i vf ■ ; ||t>,U |j Cw ^ wn^an-r* nr\ei ri f* Wl <1 C C 0 /I! I fl TI mos pagar aos dcma;s », quan do disfeuzermos da importar- cia correspondente á varie dos pelepistas nós a •as- re- mos. Qne esperem, poi- * ■ps.T-lft TR© viwp.ív» SOO v RIO. «8 (U) ■— Talem- ma de S. Paulo c -a-- que o gal. Wfldomi- assighou decreto de — - (te huvessemos asüginatisa- ção de »0ft novos profes o ò B COM o RUAKtií í»UB CONVÍDA? Ui OS "fé NHOJISS AUTO?- OBILJStAK E O PUBLICO M GERA í. RARA VER Et fA NOT A CRIAÇÍO DE HT IN FOKF RSI EXPOSIÇÃO fTSf AFFNCTA, A" M L AIDA TI- rlnT,: Te o.. [S. l.: s. n.], 1905. 1 v.
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Jornais - Artigos