Itens

Jornais - Anúncios - PAUIS (Dczembr ) — Ha tempos appareceu num luxuo-so "cabaret" .de Mcntmartre, uma lindissima mulher, que dansava maravilhosamente. O m arte nunca vista e de maneira que o trá<fccoinat bairr, do prazer a elegeu, a breve trecho., como uma gran.de artista. A fama da clegantissima, bai lar,na correu vei - z e .os con-tractos succederanuse. Iv c i-mo em algumas de suas dan,.•jus a ft.rmcsa rapar,#a se exhtbia sem (|uaiquer manto, o enthiisiasmo de M. nttnartre atlingiu o delir o. Tud corr a muito bem. A bailarina ganhava rios de di nheir , parte do qual seu ma-rirtC1, f lh| de um sábio conhe cidc.. gastava c mo podia «» melhcr e ma s rapidamente possível. Ora. o citado sabi tinha pela nóra um verdadeiro e paterna! amor e, quand , a qualquer anrge. falava delia, dizia: —-- A ininha nora é ujn anjo d. far. iiilelligenl is,simh. Fòr .tmoi.-se em d redo e letras. E um nv delo de éspi.sa. 1)< fado, a bella dansarina e IcTimída em Direito e em tetras. Mas ou porque, o magis-lório ou a adv> cKcia não llie dessem os proventos- que, ella c.ons tlcrava necéssar s, ou p r qualquer outro, motivo, inclusive o de ser a mais com pleta negaçã, do "anjo do lar", a verdade é que sabendo,dnu.siu*, sendo ti nita c cscui-fdur.iI. encobi ii,-se com quãl-;picr nome do cartaz c ti .umphou nos pequen s e atre v dos "h1 iles" da praça Pi-galle o rpas próximas. Mas o psor foi que cçría n ite a _ audaciosa rapar g, teve uma yii,ÍCuta discussã cc.m o seu empresar o, exigiu dc-lhe ddcrnrmvda quantia que clle negou. E dias depois , veneraad sábio, sogro da linda rapa.riga, recebui uma carta anó-nyma. convidande-o a r ao "cabaret" nde ella trabalha,va. afhu de ccrfifiear.se da dolcrc.sa verdade. O salii , fo , leve a trisíe ccnf rmação e viu com 1 cs seus prc.prios olhos espaviorid s a nóra de quem elle era tão a.migo. que considerava um "an .}• 1 dv lar" a exhibir-se nua, num "cabaret" de Montmar.tre. Deu-se o inevitável, O sá-bio teve um grande desgosto e não quiz mais ver o .filh, e a nóra. Perante esta situaçã a bai;larina sabendo que o autor da carta anc,nyina tinha sido . empresário, (pieixou.se del-le ao tr bunal com o funda-mento de que revelando seu n me lhe causou graves pre.juizos. O a d v gado que a de-fende pede v nte mil francos de indemnisação ao indiscreto,enqiresarió. 1«0 Kf. f.
Jornais - Anúncios - SANTO DO DIA: — S. PLANTANO, MARTYR S. Eiav anc, f um dos maiores mi.rtyrcs da igreja. Era casado com Santa brasa e j. ssuia duas filhas: Santas Bibiana e Demetna. Cs seus dotes meraes e n-tellectuacs írram, não. muito t . >de- aproveitados pelo imperador Constantíu, o Cr ande (pie fe-lr, g, vemarfor de Ro- - ma. Nesta funeção Flav ano de-sempenh(;u-se da melhcr ma-neira 1 svivcl, não cs(piece,n-d( -se de pr pagar a fé chr:s-ta. lendo morrido r, impera-dor. sirhsliluiu-o n thr no sei. f .lhí Constancio que, sen do um prinepe fraco se dei-xou (t minar per ccmplelo pe princeza sua esposa. Esta. então. Ccncitando se u esp(,so, fez com que dle c -ineçasse a 1 f . z perseguiç. n a lOavoano. Constancio dcsliliiiir. do alto cargo (ptc exercia, seiuto (p;e Flavian. acceito calma, mente a prop sta-, para não ..•citar cs an inos. ã bailarina núa e a de-cepção dc um sábio lanei. .Iida- figa. Cc.m a moide do Com Mircedcn-the no thr no no c Apóstata, inimig dal do clu;.siiani.sjuo. Me essa data, vez, alguma Elav mm, iiavia recebido (Em de prisão. Mas. nã. tardou que o gi-1 a nador Apr rionio, abusan-d da su; forca politica. mah da-si prende Jo. Pr n.ein,mente aç< nselha-ram a Elavian. (pre ábjnra.s, o chi slianism1 . ao (pie o fiíl servo (E Deus respondeu: .Sou christr e cbristão per.manecere . Vend. . então que nada eon s guia, Aproniano confiscou-lhe os bens c c m um fena.em braza fez um sgna! n.a Esta dc F!a-vi;;no, send qu" este, desta época em. diante, passaria a ser escravo. Flav ano foi depois exilad e com as rdens severas que e.s soldados de Aprcu an ha-viam receijidc, .com o fim de , t( rtura-l,• sempre, não tardou j a que grande servo de Deus j (pie soube soffrcr res grade- | mente, fosse chamado ao s m : nr, eterno. I