Moradores da cidade e da região disputavam o título de campeão do mundo e se organizavam em seleções que reivindicavam a identidade de seus antepassados. Os times amadores se tornavam nações por uma temporada, em uma festa que ia muito além do futebol, reunindo desfiles, autoridades, instituições políticas e religiosas, com alcance internacional – até o papa reconheceu a Copa – em torno de cada edição.
Ao longo de suas sete primeiras edições, entre 1978 e 2000, recorte desta exposição, a Copa também revelou o futebol amador como campo em disputa. A Copa do Mundo de Ponta Grossa articulava um discurso de formação cívica da juventude e de construção de identidades a partir da evocação dos valores dos antepassados. As notícias a seguir contam parte dessa história.
Reportagem sobre a I Exposição de Relíquias e Lembranças da II Copa do Mundo de Ponta Grossa. Jornal da Manhã, 16 abr. 1980. Acervo Casa da Memória de Ponta Grossa.
Reportagem sobre a abertura da Copa do Mundo de Ponta Grossa, no Estádio Paula Xavier. Jornal da Manhã, 1 abr. 1978. Acervo Casa da Memória de Ponta Grossa.